A pergunta parece um pouco óbvia não é mesmo!

É, mas a resposta pode dividir opiniões, existe sempre o outro lado da moeda, a priori você poderia responder que a parte mais lesada seria do demitido, e realmente não é nada agradável descobrir que de repente sua fonte de renda e sustento foi interrompida e precisa buscá-la novamente em outra organização o mais breve possível, o que nos dias atuais está cada vez mais complicado. Isso sem falar no aspecto psicológico que fica na maioria das pessoas extremamente afetado. O fato é que ninguém possui a garantia de emprego por toda vida.

Mas analisando o outro lado da moeda como já foi citado inicialmente no texto, o ato de demitir também não é nenhum fator gerador de satisfação para o profissional responsável, pelo contrário se trata de uma tarefa difícil e que exige postura ética e extremamente profissional do gestor.

Demitir alguém exige muito equilíbrio, e acima de tudo respeito. É uma ação que soa ruim e até mesmo desumana, bem como, torna-se motivo para o sentimento de tristeza, raiva e desilusão que alguém possa sentir, não existindo forma menos dolorosa ou criativa de desempenhar tal ação.

De qualquer maneira há um constrangimento para ambas as partes e não mais fácil para um ou outro, no entanto são situações que qualquer profissional se deparará na sua carreira tanto demitindo quanto sendo demitido, saber lidar com isso é uma virtude. Nesse sentido vai uma dica para as empresas, é necessário trabalhar com uma política de relacionamento costurada, utilizando critérios de seleção e recrutamento bem definidos e sérios, visando assim, minimizar possíveis traumas no momento da demissão.